Terça-feira, 11 de Abril de 2006
Dou-te o meu sorriso como um poema
Escrito de mão estendida, sem agonia
E ouço nalgumas lágrimas a melodia
De cada momento, em cada dia
De Lena a 13 de Abril de 2006 às 05:29
Depois de algumas peripécias, aqui estou e... apetece-me só dizer-te que continues. É saboroso entrar aqui no teu cantinho e deliciarmo-mo-nos com boa poesia. Afinal, o que já sabes fazer há muito tempo, mas que, por circunstâncias várias, vais refinando. O caminho árduo também abre portas a coisas muito belas.
Não sei se te chegarão muitos ecos, mas estou convicta que quem descobrir este cantinho vai voltar sempre porque é um aconchego.
A poesia é para ser lida, digerida, saboreada e estás de parabéns porque criaste algo que deliciará muita gente. Não sei se é importante, para ti, o feedback, mas acredita que não é fácil (para quem não é poeta) dizer seja o que for.
Apesar do que disse, também me chegou algum desse sorriso que dás como um poema, entrecortado por lágrimas que, com ou sem melodia, formam um conjunto indissociável que é o ser humano: sorriso e lágrimas. Aprendamos, pois, que, se ambos nos pertencem, se nos fazem falta, devemos encará-los como algo natural. Por isso, (re)aprendamos a que, tal como o sorriso, as lágrimas não se escondem, não são sinal de fraqueza. Façamos um esforço para despir máscaras, assumindo que tanto o sorriso como as lágrimas só são lamentáveis quando falsas. Afinal, isso é que é «só viver»!
De
lamire a 13 de Abril de 2006 às 16:27
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