Quinta-feira, 25 de Maio de 2006

Tudo de todos

Todos os becos têm uma entrada

Mas nem todos nos mostram a saída;

 

Todas as casas têm um corredor

Mas nem todos têm poemas de amor;

 

Todas as salas têm alguns recantos

Mas nem sempre mesa, cadeiras ou bancos;

 

Todo o mundo vê a natureza

Mas nem todo o mundo lhe encontra beleza;   

 

Toda a gente quer ter um amigo

Mas nem sempre está pronto a servir-lhe de abrigo.  

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publicado por outraidade às 20:41
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2 comentários:
De Mimosa a 27 de Maio de 2006 às 00:32
Muito bonito.
Como não sou poeta vou cumprir na realidade o teu conselho. Ando a restaurar uma casa na aldeia para ser ponto de abrigo dos meus amigo(a)s.
De outraidade a 27 de Maio de 2006 às 11:54
Não és poeta? Quem diria, meu amigo. Serás sempre poeta pela forma como estás na vida.

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